
As atuais alterações físicas do planeta Terra estão se tornando irreversíveis. Existem fortes evidências de que estas transformações estão sendo causadas por material altamente carregado de energia não uniforme no espaço anisotrópico interestelar, que tem se quebrado em áreas interplanetárias do nosso sistema solar. Esta “doação” de energia está sendo produzinda por processos híbridos e estados excitados de energia em todos os planetas, bem como no Sol. Os efeitos aqui na Terra estão para serem encontrados na aceleração da mudança de pólo magnético, na distribuição vertical e horizontal do conteúdo de ozônio, no aumento da freqüência e magnitude de significativos eventos catastróficos de ordem climática.
Há uma crescente probabilidade de estamos nos movendo para um rápido período de instabilidade de temperatura, similar ao ocorrido a 10.000 anos atrás. As respostas adaptativas da biosfera e da humanidade à estas novas condições podem levar a uma total revisão do alcance das espécies e vida no planeta Terra.
É somente por meio de um profundo entendimento das mudanças fundamentais que estão ocorrendo em nosso meio ambiente que os políticos e cidadãos serão capazes de alcançar o equilíbrio com a renovação do fluxo do estado físico do planeta e dos seus processos.
Atualmente, alterações geológicas, geofísicas e climáticas na Terra estão se tornando cada vez mais irreversíveis. Neste momento, pesquisadores estão revelando algumas das causas que estão levando a uma reorganização geral da eletromagnetosfera (esqueleto eletromagnético) do nosso planeta e de sua máquina climática. Um número cada vez maior de especialistas em climatologia, geofísica e heliofísica estão tentando decifrar a seqüência “causal” (de origem cósmica) do que está acontecendo. De fato, eventos da última década nos dão fortes evidências de significativas transformações heliosféricas e de estruturas físicas dos planetas [1, 2]. Dada a qualidade, quantidade e escala destas transformações, podemos dizer que os processos climáticos e biosféricos do planeta Terra, embora estreitamente correlacionados a um gigantesco sistema de ação-reação, estão sendo diretamente impactados por ligações à dominantes processos de transformações que estão ocorrendo em nosso Sistema Solar.
Devemos começar a organizar nossa atenção – e reflexão – para compreender que as alterações climáticas na Terra são apenas uma parte, ou um pequeno link de uma cadeia inteira de eventos que estão ocorrendo em nossa heliosfera.
Estes profundos processos físicos, estas novas qualidades físicas e geológicas do nosso meio ambiente irão impor exigências e desafios adaptativos à todas formas de vida nesta planeta. Considerando os problemas de adptação biosférica que teremos com estas novas condições físicas da Terra, precisaremos – com a maior urgência possível – distinguir a tendência geral e a natureza destas mudanças.
Como veremos abaixo, estas tendências podem ser rastreadas pelo crescimento da capacidade da energia planetária (capacitância) que está gerando um estado altamente excitado (ou energeticamente carregado) de alguns sistemas da Terra. As transformações mais intensas estão ocorrendo nos invólucros de gás plasma planetário – região onde a produção de possibilidades de nossa biosfera são cronometradas.
Atualmente este novo cenário de excesso de energia está sendo formado e observado na ionosfera (pela geração de plasma), na magnetosfera (por tempestades magnéticas) e na atmosfera (por ciclones e outros eventos climaticos).
Este fenômeno de alta energia atmosférica, que foi raro no passado, agora está se tornando mais frequente, intenso e mudando em sua natureza. A composição material do invólucro de gás-plasma também está em transformação.
É muito natural toda biota terrestre ser submetida a estas condições de mudança do campo eletromagnético e às significativas e profundas mudanças da máquina climática do nosso planeta. Estes fundamentais processos de mudanças criam uma demanda dentro de todos os organismos vivos da Terra para novas formas de adaptação e evolução.
O natural desenvolvimento destas novas formas pode levar a uma revisão global de todas as espécies de vida na Terra. Novas e profundas qualidades de vida podem advir, trazendo um novo estado físico para a Terra e um equilíbrio com as novas possibilidades orgânicas de desenvolvimento, reprodução e perfeição. Neste sentido, é evidente que estamos diante de um problema de adaptação da humanidade a este novo estado da nossa mãe Terra – novas condições planetária cujas qualidades biosféricas estão variando e sendo distribuídas de forma não uniforme. Isto nos diz que estamos num período transitório de transformações; o que significa que só teremos respostas concretas sobre estas transições da vida quando soubermos quais serão as novas condições da biosféra terrestre.
Cada representante vivo deste planeta realizará um exame inteligente – ou intuitivo – que determinará sua habilidade de adaptar-se a estas novas condições. Estes desafios evolucionários sempre exigem esforço e resistência, tanto de organismos individuais como de espécies e comunidades. Portanto, não é somente o clima que está mudando, toda natureza está mudando, todos seres vivos estão vivenciando uma mudança global nos processos vitais de seus organismos e da própria vida – que é apenas um outro link no processo total. Não podemos tratar tais coisas separada ou individualmente, pois “todos são apenas links que continuamente interage com o todo.”

