sábado, 30 de abril de 2011

Astronomia


As atuais alterações físicas do planeta Terra estão se tornando irreversíveis. Existem fortes evidências de que estas transformações estão sendo causadas por material altamente carregado de energia não uniforme no espaço anisotrópico interestelar, que tem se quebrado em áreas interplanetárias do nosso sistema solar. Esta “doação” de energia está sendo produzinda por processos híbridos e estados excitados de energia em todos os planetas, bem como no Sol. Os efeitos aqui na Terra estão para serem encontrados na aceleração da mudança de pólo magnético, na distribuição vertical e horizontal do conteúdo de ozônio, no aumento da freqüência e magnitude de significativos eventos catastróficos de ordem climática.

Há uma crescente probabilidade de estamos nos movendo para um rápido período de instabilidade de temperatura, similar ao ocorrido a 10.000 anos atrás. As respostas adaptativas da biosfera e da humanidade à estas novas condições podem levar a uma total revisão do alcance das espécies e vida no planeta Terra.

É somente por meio de um profundo entendimento das mudanças fundamentais que estão ocorrendo em nosso meio ambiente que os políticos e cidadãos serão capazes de alcançar o equilíbrio com a renovação do fluxo do estado físico do planeta e dos seus processos.

Atualmente, alterações geológicas, geofísicas e climáticas na Terra estão se tornando cada vez mais irreversíveis. Neste momento, pesquisadores estão revelando algumas das causas que estão levando a uma reorganização geral da eletromagnetosfera (esqueleto eletromagnético) do nosso planeta e de sua máquina climática. Um número cada vez maior de especialistas em climatologia, geofísica e heliofísica estão tentando decifrar a seqüência “causal” (de origem cósmica) do que está acontecendo. De fato, eventos da última década nos dão fortes evidências de significativas transformações heliosféricas e de estruturas físicas dos planetas [1, 2]. Dada a qualidade, quantidade e escala destas transformações, podemos dizer que os processos climáticos e biosféricos do planeta Terra, embora estreitamente correlacionados a um gigantesco sistema de ação-reação, estão sendo diretamente impactados por ligações à dominantes processos de transformações que estão ocorrendo em nosso Sistema Solar.

Devemos começar a organizar nossa atenção – e reflexão – para compreender que as alterações climáticas na Terra são apenas uma parte, ou um pequeno link de uma cadeia inteira de eventos que estão ocorrendo em nossa heliosfera.

Estes profundos processos físicos, estas novas qualidades físicas e geológicas do nosso meio ambiente irão impor exigências e desafios adaptativos à todas formas de vida nesta planeta. Considerando os problemas de adptação biosférica que teremos com estas novas condições físicas da Terra, precisaremos – com a maior urgência possível – distinguir a tendência geral e a natureza destas mudanças.

Como veremos abaixo, estas tendências podem ser rastreadas pelo crescimento da capacidade da energia planetária (capacitância) que está gerando um estado altamente excitado (ou energeticamente carregado) de alguns sistemas da Terra. As transformações mais intensas estão ocorrendo nos invólucros de gás plasma planetário – região onde a produção de possibilidades de nossa biosfera são cronometradas.

Atualmente este novo cenário de excesso de energia está sendo formado e observado na ionosfera (pela geração de plasma), na magnetosfera (por tempestades magnéticas) e na atmosfera (por ciclones e outros eventos climaticos).

Este fenômeno de alta energia atmosférica, que foi raro no passado, agora está se tornando mais frequente, intenso e mudando em sua natureza. A composição material do invólucro de gás-plasma também está em transformação.

É muito natural toda biota terrestre ser submetida a estas condições de mudança do campo eletromagnético e às significativas e profundas mudanças da máquina climática do nosso planeta. Estes fundamentais processos de mudanças criam uma demanda dentro de todos os organismos vivos da Terra para novas formas de adaptação e evolução.

O natural desenvolvimento destas novas formas pode levar a uma revisão global de todas as espécies de vida na Terra. Novas e profundas qualidades de vida podem advir, trazendo um novo estado físico para a Terra e um equilíbrio com as novas possibilidades orgânicas de desenvolvimento, reprodução e perfeição. Neste sentido, é evidente que estamos diante de um problema de adaptação da humanidade a este novo estado da nossa mãe Terra – novas condições planetária cujas qualidades biosféricas estão variando e sendo distribuídas de forma não uniforme. Isto nos diz que estamos num período transitório de transformações; o que significa que só teremos respostas concretas sobre estas transições da vida quando soubermos quais serão as novas condições da biosféra terrestre.

Cada representante vivo deste planeta realizará um exame inteligente – ou intuitivo – que determinará sua habilidade de adaptar-se a estas novas condições. Estes desafios evolucionários sempre exigem esforço e resistência, tanto de organismos individuais como de espécies e comunidades. Portanto, não é somente o clima que está mudando, toda natureza está mudando, todos seres vivos estão vivenciando uma mudança global nos processos vitais de seus organismos e da própria vida – que é apenas um outro link no processo total. Não podemos tratar tais coisas separada ou individualmente, pois “todos são apenas links que continuamente interage com o todo.”

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Aprendendo sobre o que é astronomia.

Astronomia, que etimologicamente significa "lei das estrelas" com origem grego: (άστρο + νόμος)povos que acreditavam existir um ensinamento vindo das estrelas, é hoje uma ciência que se abre num leque de categorias complementares aos interesses da física, da matemática e da biologia. Envolve diversas observações procurando respostas aos fenômenos físicos que ocorrem dentro e fora da Terra bem como em sua atmosfera e estuda as origens, evolução e propriedades físicas e químicas de todos os objectos que podem ser observados no céu (e estão além da Terra), bem como todos os processos que os envolvem. Observações astronômicas não são relevantes apenas para a astronomia, mas também fornecem informações essenciais para a verificação de teorias fundamentais da física, tais como a teoria da relatividade geral.

A origem da astronomia se baseia na antiga ciência, hoje considerada pseudociência astrologia, praticada desde tempos remotos. Todos os povos desenvolveram, ao observar o céu, um ou outro tipo de calendário, para medir a posição dos astros em função das variações do clima no decorrer do ano. A função primordial destes calendários era prever eventos cíclicos dos quais dependia a sobrevivência humana, como a chegada das chuvas ou do frio. Esse conhecimento empírico foi a base de classificações variadas dos corpos celestes. As primeiras idéias de constelação surgiram da necessidade de memorizar o cenário de fundo e assim acompanhar o movimento dos planetas atravessarem esse quadro de referência fixo.

A Astronomia é uma das poucas ciências onde observadores independentes possuem um papel ativo, especialmente na descoberta e monitoração de fenômenos temporários. Muito embora seja a sua origem, a astronomia não deve ser confundida com Astrologia, o segmento de um estudo teórico que associava os fenômenos celestes com as coisas na terra (marés) , mas que apresenta falho ao generalizar o comportamento e o destino da humanidade com as estrelas e planetas. Embora os dois casos compartilhem uma origem comum, seus segmentos hoje são bastante diferentes; a astronomia incorpora o método científico e associa observações científicas extraterrestres para confirmar algumas teorias terrenas (o hélio foi descoberto assim), enquanto a única base científica da astrologia foi correlacionar a posição dos principais astros da abóboda celeste (como o Sol e a Lua) com alguns fenômenos terrestres, como o movimento das marés, o clima ou a alternância de estações.

domingo, 24 de abril de 2011

Aprendendo sobre o que é virologia.

Virologia é o estudo dos vírus e suas propriedades. Essencialmente, os vírus são “ácido nucléico envolvido por um pacote protéico”, inertes no ambiente extracelular, somente sendo capazes de reproduzir-se dentro da célula hospedeira, por isso são frequentemente classificados como "parasitas intracelulares obrigatórios".

Dentre os tópicos inerentes ao campo da virologia, incluem-se:

  • Classificação e estrutura viral
  • Replicação viral
  • Patogênese viral
  • Imunologia viral
  • Vacinas virais
  • Terapias virais
  • Métodos de diagnósticos
  • Quimioterapia antiviral
  • Medidas para controle de infecções
  • Epidemias de vírus, etc.

A definição do que venha a ser um vírus passa também pelo debate do que é ou não vida. Um vírus é totalmente inerte fora da sua célula hospedeira, chegando inclusive a formar cristais, como um mineral. Além disso, depende 100% da maquinaria celular para seu metabolismo, sendo ALTAMENTE específicos para o tipo celular para o qual atuam.

Em essencia, um vírus é um ácido nucleico cercado por proteínas que o protegem (o capsídeo). O conjunto capsídeo + ac. nucleico = nucleocapsídeo.
Outras estruturas compõem o vírus, como as espículas - estruturas glicoproteicas que ajudam na fixação do vírus a célula hospedeira - e o tegumento - proteínas da matriz (celular?), ficam no espaço entre o capsídeo e o envelope e ajudam a manter a estrutura viral.

O capsídeo tem como unidades estruturais os capsômeros, aglomerados polipeptídeos. Pela economia genética que os vírus têm (pouco material genético), poucas proteínas realmente entrarão no arranjo dessa estrutura de revestimento. Do ponto de vista de simetria, temos que os vírus podem se apresentar como helicoidais, cúbicos ou complexos.
Os vírus com capsídeo cúbico (como os adenovírus) são em sua maioria icosaédricos (20 lados)- cada lado um triângulo equilátero. Podem ou não estar associados a um invólucro lipídico. A formação do capsídeo nestes vírus é, de certa forma, independente da formação do material genético, tanto é que podem ser encontradas cápsulas vazias - sem DNA ou RNA.
As partículas virais do tipo helicoidal tem esse aspecto porque os capsômeros estão intrinsicamente ligados ao material genético, seguindo o seu formato - uma hélice.

Dinossauro Rex


Tiranossauro


O Tiranossauro (Tyrannosaurus Rex, que significa "lagarto tirano rei " ou numa tradução alternativa "rei dos répteis tiranos") foi uma espécie de dinossauro carnívoro e bípede que viveu no fim do período Cretáceo, principalmente na região que é hoje a América do Norte.

Segundo os cálculos feitos até então, o tiranossauro podia alcançar até 40 km/h (alguns cientistas discordam desse valor e dizem que ele podia alcançar até 60 km/h) quando corria, era portanto apto a caçar suas presas, embora, possivelmente, utilizasse de emboscada para um ataque mais bem sucedido.

Se por um lado as pernas de um tiranossauro eram bem desenvolvidas e fortes, por outro lado seus braços eram fracos, pequenos e curtos. Isto se deve a evolução dos terópodes do cretáceo. No início desse período, os carcharodontossaurídeos como o Giganotossauro, Carcharodontossauro e o Mapussauro, já apresentavam braços pouco desenvolvidos, possibilitando uma maior velocidade de ataque. Seguindo essa tendência, os Tiranossauros sucederam esses animais, apresentando, além de um crânio mais robusto e eficiente, braços ainda menores, no intuito de balancear o peso com a cauda e atingir velocidades ainda maiores que os outros carnívoros mais primitivos.

É provável que os tiranossauros vivessem em grandes grupos familiares, tal como elefantes. O achado de um crânio de tiranossauro danificado comprova que deveriam ocorrer violentas batalhas por comida e pelo direito de se acasalar entre os indivíduos dessa mesma espécie.


Aprendendo sobre o que é Paleontologia.

A vida na Terra surgiu há aproximadamente 3,8 mil milhões (bilhões no Brasil) de anos e, desde então, restos de animais e vegetais ou evidências de suas actividades ficaram preservados nas rochas. Estes restos e evidências são denominados fósseis e constituem o objecto de estudo da Paleontologia.

A Paleontologia (do grego palaiós, antigo + óntos, ser + lógos, estudo) é a ciência natural que estuda a vida do passado da Terra e o seu desenvolvimento ao longo do tempo geológico, bem como os processos de integração da informação biológica no registo geológico, isto é, a formação dos fósseis.

A Paleontologia desempenha um papel importante nos dias de hoje. Já não é a ciência hermética, restrita aos cientistas e universidades. Todos se interessam pela história da Terra e dos seus habitantes durante o passado geológico, para melhor conhecerem as suas origens.

O objecto imediato de estudo da Paleontologia são os fósseis, pois são eles que, na actualidade, encerram a informação sobre o passado geológico do planeta Terra. Por isso, se diz frequentemente que a Paleontologia é, simplesmente, a ciência que estuda os fósseis. Contudo, esta é uma definição redutora, que limita o alcance da Paleontologia, pois os seus objectivos fundamentais não se restringem ao estudo dos restos fossilizados dos organismos do passado. A Paleontologia não procura apenas estudar os fósseis, procura também, com base neles, entre outros aspectos, conhecer a vida do passado geológico da Terra.

Uma vez que os fósseis são objectos geológicos com origem em organismos do passado, a Paleontologia é a disciplina científica que estabelece a ligação entre as ciências geológicas e as ciências biológicas. Conhecimentos acerca da Geografia são de suma importância para a paleontologia, entre outros, através desta pode-se relacionar o posicionamento e distribuição dos dados colectados pelo globo.

sábado, 23 de abril de 2011

Biologia

Aprendendo sobre o que é Biologia

Biologia é a Ciência que estuda os seres vivos (do grego βιος - bios = vida e λογος - logos = estudo, ou seja o estudo da vida). Debruça-se sobre o funcionamento dinâmico dos organismos desde uma escala molecular subcelular até o nível populacional e interacional, tanto intraespecíficamente quanto interespecíficamente, bem como a interação da vida com seu ambiente físico-químico. O estudo destas dinâmicas ao longo do tempo é chamado, de forma geral, de biologia evolutiva e contempla o estudo da origem das espécies e populações, bem como das unidades hereditárias mendelianas, os genes. A biologia abrange um espectro amplo de áreas acadêmicas frequentemente consideradas disciplinas independentes, mas que, no seu conjunto, estudam a vida nas mais variadas escalas.

A vida é estudada à escala atômica e molecular pela biologia molecular, pela bioquímica e pela genética molecular, no que se refere à célula pela biologia celular e à escala multicelular pela fisiologia, pela anatomia e pela histologia. A biologia do desenvolvimento estuda a vida ao nível do desenvolvimento ou ontogenia do organismo individual.

Subindo na escala para grupos de mais que um organismo, a genética estuda as bases da hereditariedade e da variação entre indivíduos. A etologia estuda o comportamento dos indivíduos. A genética populacional estuda a dinâmica dos alelos nas população, enquanto que a sistemática trabalha com linhagens de muitas espécies. As ligações de indivíduos, populações e espécies entre si e com os seus habitats são estudadas pela ecologia e as origens de tais interações pela biologia evolutiva. Uma nova área, altamente especulativa, a astrobiologia (ou xenobiologia) estuda a possibilidade de vida para lá do nosso planeta. A biologia clínica constitui a área especializada da biologia profissional, para Diagnose em saúde e qualidade de vida, dos processos orgânicos eticamente consagrados.

De uma forma mais geral, os ramos da Biologia são:

Zoologia
Botânica
Microbiologia
Micologia
Bacteriologia
Virologia
Citologia ou Biologia Celular
Genética
Biologia Molecular
Sistemática
Biologia Evolutiva
Fisiologia
Ecologia
Biologia de Sistemas
Biologia da Conservação
Bioética
Biologia do Desenvolvimento
Histologia
Etologia
Imunologia
Biotecnologia
Paleontologia
Etnobiologia

Todas as áreas de especialização dos biólogos surgem do cruzamento dos diferentes ramos da Biologia.

Biologia

Você sabe o que é Biologia? Biologia é um ramo das ciências naturais cuja função se detém em estudar a vida, buscando compreender as características de um ser vivo, desde o mais evidente aspecto comumente compartilhado por diferentes espécies, até a mais intrínseca atividade metabólica de um organismo.

Sendo, portanto, uma ciência muito ampla e detalhada, não se atendo somente ao funcionamento vital, mas também às relações de comportamentos e hábitos particulares ou em conjunto dos indivíduos, seja em qualquer nível de complexidade orgânica: vírus, bactérias, protozoários, fungos, vegetais e animais, integrantes ativos e passivos do meio físico-químico inorgânico (litosfera, hidrosfera e atmosfera), cada um sujeito à seleção e adaptação de seu tempo histórico.

Essa ciência, oficialmente reconhecida por volta de 1800, utiliza desde então o método científico para analisar, confirmar ou refutar uma afirmação ou explicação, por meio de observações ou experimentos testados empiricamente.

NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO EM BIOLOGIA

Molécula – Organela – Célula – Tecido – órgão – Sistema – Organismo – População – Comunidade – Ecossistema – Biosfera

PRINCIPAIS SUBDIVISÕES DA BIOLOGIA

Anatomia: Compreende o estudo da estrutura morfológica desde a célula até um sistema;

Citologia: Estuda a célula em todos os seus aspectos (forma, tamanho, funcionamento, composição e função);

Ecologia: Observa as relações dos seres vivos entre si e inseridos no meio ambiente;

Embriologia: Examina a formação e o desenvolvimento dos organismos;

Evolução: Analisa os supostos eventos desde a formação do planeta e mecanismos pelos quais passaram e ainda passam os organismos, a partir da gênese do primeiro ser vivo;

Paleontologia: Reconstrói a história do planeta com base em registros fossilíferos;

Fisiologia: Estuda o funcionamento de uma unidade anatômica celular e sua união compondo os tecidos e órgãos, totalizando a integralidade dos sistemas corporais;

Genética: Pesquisa a fascinante natureza química do material hereditário e sua transferência ao longo das gerações;

Histologia: Analisa a especificidade dos tecidos orgânicos;

Virologia: Estuda os vírus;

Micologia: Estuda os fungos;

Protistologia: Estuda os protozoários;

Botânica: Estuda os vegetais;

Zoologia: Estuda os animais;

Taxonomia e a Sistemática: Analisam as características filogenéticas entre as espécies, classificando-as conforme o grau de semelhança.